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“Eu Sou o Alfa e o Ômega”- Jesus
I PREÂMBULO:
Antes de mais nada, lembrando e ratificando o que já foi alertado no início do Curso – em Explicações Necessárias – trata-se de simples e despretensioso “Roteiro” sobre Jesus, ressaltando a abordagem de alguns aspectos fundamentais – a espinha dorsal de sua trajetória espiritual.
Objetivo: Foi escrito, apenas e tão somente para – em vôo de pássaro – facilitar o exame e meditação dos interessados em leitura fluente, isenta de muitas cansativas, enfadonhas, complexas e truncadoras citações bíblicas. Com essa orientação, procura-se evitar expressões arcaicas de tendenciosas conotações religiosistas. Através de uma linguagem mais contemporânea, visa-se especificamente, extrair o conteúdo das idéias. Será uma sinopse de quatro variáveis, a saber:
.1 Jesus e João Batista nada escreveram. Apenas falaram, ensinando oralmente Doutrina para o iletrado público daquela época. Sabe-se que foram mais de 250 os relatos sobre a passagem Deles sobre a Terra, sintetizados pelo poliglota Jerônimo, no período de 380 – 410 D.C., quando da feitura da “Vulgata Latina”. Assim, restaram os quatro conhecidos Evangelhos segundo: Marcos, Matheus, Lucas e João - o Evangelista. Curiosamente, colocados justapostos, um ao lado do outro, nota-se que, ao invés de serem iguais, há algumas diferenças entre eles e, até mesmo, algumas contradições bem preocupantes, reveladoras de grosseiras manipulações religiosistas.
.2 Escritos de O. Polidoro e Ensinamentos dados por Ele, não só em reuniões mediúnicas, como também em “off”, resultantes de conversações várias, sobre o assunto em pauta.
.3 Leituras diversificadas em várias fontes históricas.
.4 Conclusões e observações do próprio autor, reunidas nesta síntese e que, naturalmente, deverão passar pelo crivo analítico dos pacientes leitores.
Obviamente, aconselhamos – criticamente – a ficarem com o que julgarem certo, não aceitarem o que discordarem, e colocarem em “suspenso”, para ulteriores exames, aquilo que duvidarem.
II PEQUENO HISTÓRICO:
.1 Antecedentes Cósmicos:
Como já foi dito anteriormente, quando por ocasião da narrativa sobre Kardec, ambos, Jesus e João Batista, não pertencem a esta demografia planetária. Suas evoluções ocorreram em outros mundos, localizados em outras infindas galáxias. Daí, a conhecida frase iniciática de Jesus: “Antes que este mundo fosse, Eu já era”. Em verdade, foram designados pelo Princípio Sagrado há milhões de anos atrás, para comandarem as Legiões Angélicas, encarregadas de realizarem a condensação das energias, a fim de que surgisse mais uma Casa Cósmica – a nave espacial Terra (vide Habitação Cósmica). Conforme nos relata O. Polidoro em sua monografia “Uma Vida Singular”, nos tempos iniciáticos (desde cerca de 3.600 antes de sua vinda) por tradição oral, já existiam informações de que seria enviado para os pertencentes a esta demografia planetária, um Divino Modelo.
.2 Profecias Bíblicas:
Profecias Bíblicas:
.a) Moisés: Capítulos 15, 17 e 18;
.b) Isaías: Capítulos 7, 14, 11,1 e 40,3;
.c) Malaquias: Capítulos 3,1 e 3,23.
Na Bíblia Judeu-Cristã, há três profecias básicas, sobre sua vinda à carne:
.a) Moisés: após subir no Monte Nebo, teve uma visão na qual observou que Israel iria trair o seu Deus, e desviar-se-ia do Caminho da Verdade.
Em síntese, afirmou que, quando os tempos fossem chegados, o Eterno iria suscitar um espírito como Ele, e em uma região tenebrosa, iria resplandecer uma Grande Luz.
O Eloim iria colocar em sua boca o Verbo Divino, e quem ouvisse suas palavras e não as seguisse, seria riscado do Livro da Vida.
.b) Isaias: profetizou que um renovo sairia do tronco de Jessé (Pai de Davi) – que remonta a Moisés. Viu um “rei” glorioso que viria restaurar a ordem no mundo. Estabeleceria o reino do Messias.
Alerta que o povo que vivia nas trevas, viu uma grande luz. Sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa, resplandecia essa luz.
Será um espírito caracterizado pela coragem e prudência, que não julgará apenas pelas aparências e nem decidirá pelo simples ouvir dizer. A lealdade circundará seus flancos.
.c) Malaquias: esse profeta, afirma que Deus mandaria o seu mensageiro para preparar o Caminho e seria o profeta Elias o Tesbita (que encarnou no século IX A. C.).
Em consonância com o profetizado por Isaías que afirmara: “Eis que envio o meu anjo diante de ti, Ele preparará o teu Caminho. Será a voz que clamará no deserto, traçará o Caminho e aplainará suas veredas.
.3 As Anunciações:
Evangelho Lucas – 1,13
O Cristo da Galáxia enviou um espírito mensageiro – Anjo Gabriel – para avisar aos dois casais que iriam receber ambos os espíritos. Inicialmente, apareceu a Zacarias, avisando-o que, apesar de velha, sua mulher, Isabel, iria lhe dar um filho que se chamaria João. Viria com o espírito e poder de Elias, desde o ventre de sua mãe e seria cheio do Espírito Santo e, que iria converter muitos filhos de Israel ao Senhor seu Deus.
Seis meses depois, em Nazaré – Galiléia, apareceu à Maria, esposa de José, e avisou-lhe que iria conceber e dar à luz um filho, e que deveria chamar-se Jesus. Como era virgem, seria uma concepção espiritual. Seria ungido , não unigênito , como equivocadamente ensinam as religiões em geral. José era viúvo, bem mais velho que ela, e pai de alguns filhos.
.4 Nascimento de Jesus:
Evangelho Lucas – Capítulo 2
Naqueles tempos, surgiu um decreto do Imperador Romano – César Augusto – ordenando o recenseamento de todo o Império. Estando Maria grávida, José e ela foram de Nazaré a Belém de Judá, para alistarem-se. Como não havia estalagem, Maria acabou dando à luz em uma manjedoura. Quatro videntes – iniciados – conhecidos na Bíblia como Reis Magos, guiados por espíritos (não por uma estrela...), vieram do Oriente para conhecê-Lo. Passando pelo Palácio de Herodes, este, preocupado com o fato e vendo nesse nascimento um “perigo” para o seu poder temporal, pediu-lhes que, quando regressassem para suas casas, lhe trouxessem notícias a esse respeito. Tendo conhecido Jesus e, avisados por anjos dos perigos da notícia, regressaram ao Oriente, sem alertar Herodes. Entrementes, José e Maria, avisados em sonhos do perigo que corriam, fugiram para o Egito. Herodes, desconfiado, por precaução, mandou matar todas as crianças até dois anos. Decorridos alguns anos, após o tetrarca haver desencarnado, os pais de Jesus O levaram de regresso à Galiléia.
.5 Infância:
Evangelho Lucas – Capítulo 2
Ambos, pelo fato de serem parentes, tinham sempre contatos e, portanto, se conheciam bem. Era regra da época que, quando atingida a idade de 12 anos, todo menino deveria passar pela inspeção dos Membros do Sinédrio, a fim de que lhes não escapasse conhecer, o tão aguardado Messias.
Tendo primeiramente passado João Batista, a seguir foi Jesus quem o fez, respondendo às perguntas que lhe foram formuladas. Ambos não foram reconhecidos como tal.
Nessa ocasião, Simeão, profeticamente disse sobre Jesus: “Os meus olhos viram a luz para iluminar o mundo.” “Eis aqui aquele, contra quem futuramente serão atiradas as pedras da contradição.”
.6 A Educação:
.a – Grandes Iniciados – E. Schuré
.b – E a Bíblia Tinha Razão – W. Keller
A Bíblia silencia quanto a essa etapa. Para se educarem, preparando-se para as futuras tarefas a desempenharem quando adultos, João Batista, com treze anos e meio e Jesus a seguir, foram encaminhados para os Cenáculos Essênios, junto à margem do Lago Morto, nas fronteiras com o Egito, e na região de Engad, às margens do Mar Morto, respectivamente – locais organizados inicialmente por Henoc e reorganizados pelo vidente Samuel.
Lá, como era hábito, após as provas que tiveram que superar, iniciaram-se, sob a orientação dos mestres, os seus estudos sobre a Doutrina do Caminho do Senhor. Nos intervalos, freqüentemente visitavam seus familiares na Galiléia.
Aos dezoito anos, Jesus teve a famosa “Visão de Engad”. Numa tarde crepuscular, estava Ele meditando junto ao Mar Morto, quando perplexo, pela primeira vez, se viu no Monte do Gólgota, tessificado entre duas pessoas. Formados e adquiridos os graus de Mestres, que usavam como símbolo o cajado de sete nós e o manto característico, passaram a formar a coroa de espíritos que iriam auxiliá-los nos trabalhos públicos.
III TRABALHOS PÚBLICOS:
João Batista, seis meses antes, abriu as portas do Cenáculo Essênio e, com seus discípulos, iniciou o trabalho de “Precursor”. Sua missão principal era propagar, anunciar a vinda do Divino Modelo, preparando-lhe o Caminho para suas pregações públicas.
.1 Algumas famosas passagens:
.a) Junto ao Rio Jordão, jogava água sobre as cabeças das pessoas, avisando-as que batizava com água mas, quem vinha após, iria “Batizar em Espírito”. Estava procurando “visualizar” àquela população simples e iletrada, o futuro “Derrame de Espírito” – o Pentecoste.
.b) Seu prestígio cresceu tanto, que teve de afirmar publicamente: “agora é necessário que eu me diminua para que Ele cresça.” Disse humildemente: “Não sou digno sequer de atar-Lhe as chinelas”. Com o pedido de sua cabeça por Herodíades, após a dança de Salomé, estando preso na fortaleza de Maquerunte – Peréia, ela acabou sendo entregue em uma bandeja, como era costume na época. A partir daí, Seus discípulos, entre os quais Pedro, Tiago e João Evangelista, uniram-se aos de Jesus, formando uma só Comunidade.
.2 O Pai Nosso:
Em suas andanças, os ex-discípulos de João Batista pediram a Jesus: “ensina-nos a orar, como o fazia nosso antigo Mestre.” Em decorrência, Jesus compôs o Pai Nosso, transcrito na Bíblia.
Entretanto, saliente-se que, com a deturpação feita na “Vulgata Latina” e as traduções subsequentes reproduzindo-a, ele tornou-se todo transfigurado, eivado de erros doutrinários, ficando assim, descaracterizado o original.
Daí a razão pela qual o João Batista reencarnado – Osvaldo Polidoro – escreveu o capítulo do Evangelho Eterno “Burrices que Jesus Não Disse”, em que critica rigorosamente aquele Pai Nosso, constante da Bíblia Judeu-Cristã.
Para restaurar, consertando os erros, escreveu vários “Pais Nossos”, inseridos nas Orações Prodigiosas, tais como:
1 – Pai Nosso da Eternidade;
2 – Pai Nosso da Maturidade;
3 – Pai Nosso da Inteligência;
e a Oração a Deus.
IV ASPECTOS DA PERSONALIDADE DE JESUS:
Preâmbulo:
Saliente-se que, o que vamos consignar, são meras conjeturas, simples suposições, fundadas na lógica dos fatos.
Inicialmente, lembramos que Jesus não se casou. Salvo melhor juízo, é bem provável que tal fato tenha ocorrido, pelo motivo de que tinha consciência que teria uma encarnação relativamente breve. Durou trinta e seis anos e meio. Como é sabido, houve erro no Calendário Gregoriano, calculado em três anos e meio. Consequentemente, não deveria formar família, para não deixar, tão moço, viúva e filhos ao desamparo. Igualmente, também pelo fato de ter que se dedicar “integralmente” – full time – à sua missão Doutrinária, talvez a família poderia tornar-se um obstáculo a mais.
Aspectos:
A nosso ver, Sua personalidade, para efeito de estudos, pode didaticamente ser decomposta em alguns prismas principais:
1 – O Médium;
2 – O Didata;
3 – O Dicotômico.
.1 O Médium:
Foi um médium perfeito. Espírito sem medida, dotado de “todas” as faculdades mediúnicas. Era carismaticamente “completo”. Tinha duas coroas de espíritos ao redor, envolvendo-O. Uma de encarnados e outra correspondente às legiões angélicas. A de encarnados fornecia a ectoplasmia e eletromagnetismo a serem manipulados pelas legiões e assim, proporcionarem condições para ocorrerem todos os fenômenos mediúnicos que a Bíblia exaustivamente relata. Ressalte-se bem “fenômenos”, não “milagres”... Para citar alguns registrados na Bíblia: Colocava a mão direita sobre os possessos e expelia espíritos. Hoje, tal fato é conhecido pelos espíritas, como desobsessão, pelos protestantes em geral como expulsão de “demônios”, e pelos católicos como de exorcismo (este último, pelos sacerdotes, através de uma cruz... Jesus jamais usou-a...). Quando, em uma ocasião, foi chamado para fazê-lo, porque os apóstolos não haviam conseguido, disse-lhes: “Ó homens de pouca fé, até quanto tempo tenho de aturar-vos? O que Eu posso fazer, vós podeis, e mais ainda”. Com a simples imposição de mãos, pessoas doentes (com lepra, paralisias, etc.) saravam, cegos passavam a ver, surdos a ouvir, mudos a falar. Fez ressuscitações, como no caso de Lázaro, em Betânia. Estando há quatro dias tido como morto, disse: “Ele apenas dorme. Lázaro, levanta e anda”. Idem, com o filho único da viúva de Naim quando, após tocar no esquife, ele levantou-se e começou a falar. Assim também ocorreu, com a filha de 12 anos de Jairo que, jazia no esquife, quando disse-lhe: “Levanta-te menina! (talita cumi!). Nas bodas de Caná, com a transformação de água em vinho, na Galiléia com a multiplicação de pães e peixes, e no pagamento de impostos, ordenando a Pedro, pescar um peixe, retirando dele os quatro dracmas para solvê-lo. Todos esses e inúmeros outros fenômenos foram tangentes, visíveis, violadores das leis brutas da natureza, objetivando com eles, causar impacto e perplexidade aos céticos, obrigando-os a pensar sobre eles.
.2 O Didata:
Tinha dois métodos de ensinar a Doutrina. Um para os já iniciados – os Apóstolos, e outro para os neófitos – iletrados. Para estes, ensinava através de parábolas e comparações. A mensagem Dele – transmissor – ao público-receptor, deveria ser “visualizada”, para facilitar a compreensão. Para tanto, utilizava-se de objetos dos três reinos da natureza, existentes na ambiência agro-pastoril em que viviam. Assim perguntava: “a quem devo comparar espiritualmente esta geração, às crianças?”. Realmente, o grande público era geralmente composto na sua maioria de gente simples, iletrada, que vivia das atividades agro-pastoris. Era espiritualmente ingênuo, de pouca capacidade assimilativa, viciado em práticas exteriores, pelo Sinédrio. Assim, utilizava-se, para atingir seus objetivos, de componentes dos tres reinos:
Mineral:
A Justiça Divina é como uma Rocha , quem se bater contra Ela, arrebentar-se-á e, sobre quem Ela cair, será esmigalhado.
Não construam casas sobre a areia , porque a água vem e as levará. Ao contrário, construam-nas sobre as pedras, que é mais seguro.
Vegetal:
Comparava a centelha divina ao grão de mostarda . Era o menor dos grãos, mas quando crescia, tornava-se uma árvore frondosa, onde os pássaros podiam construir seus ninhos.
O Pai é agricultor.
Eu Sou a videira , e vocês os ramos.
O ramo que não produzir frutos, o agricultor o cortará.
Assim também a figura da Figueira que secou.
Animal:
Haverá separação entre cabritos e ovelhas .
É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que um rico ingressar no Reino do Céu.
Aos membros do Sinédrio:
Raça de víboras . Vóis sois como as serpentes .
Sede mansos como as pombas e prudentes como as serpentes .
.3 O Dicotômico:
Alternava ternura de pai com rugidos de leão. Diminuia-se diante dos pequeninos:
“Vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei”;
“Bem-aventurados serão os pequeninos, porque deles será o Reino do Céu”;
O Sermão da Montanha mostra bem, no que tange às bem-aventuranças, o lado “meigo” do rabi da Galiléia. Entretanto, crescia seu rigor quando diante dos poderosos. É a conhecida “Santa Indignação”. Frases conhecidas nesse sentido:
“Vós que sois como túmulos, caiados por fora e podres por dentro”;
“Vós sois daqueles que ficam na porta do templo da Verdade, não entram e impedem aqueles que poderiam fazê-lo”;
“Vós que a pretextos de longas preces, dilapidam os bens de órfãos e viúvas”;
“Até as prostitutas e os pervertidos estão em vossas frentes no Reino do Céu”;
“Raça de víboras”;
“Vós sois como serpentes”.
V AMBIÊNCIA POLÍTICA:
Há séculos A.C., desde o Cativeiro da Babilônia (século VII), Israel sempre esteve sobre dominações estrangeiras. A ele seguiram-se as submissões aos Persas, Macedônios, Síria e Império Romano. Pompeu (século I A.C.) invadira a Palestina e tornara-a província romana.
No tempo de Jesus, era governador daquela província, Pôncio Pilatos. Os judeus, julgando-se o povo “escolhido”, não se conformavam de estar há tantos séculos sobre a dominação de povos estrangeiros. Desde a revolta dos Macabeus, que almejavam a sua independência política. Na época de Jesus, havia no ar um ambiente revolucionário. Judas, tesoureiro da comunidade, era um nacionalista ferrenho, extremado. Equivocou-se interpretando Jesus como o futuro rei dos judeus. Foi ilaqueado em sua boa fé, deixando-se ludibriar pela armadilha preparada pelo Sinédrio, ao aceitar as 30 moedas, para levar os seus membros até Jesus. Era um idealista, que não entendera bem a verdadeira missão do Divino Mestre. Tudo leva a crer que não desejava traí-lo, ao revés, desejava colaborar para fazê-lo o Rei dos Judeus. Visava com a independência, restaurar o antigo reinado. Após os acontecimentos do Jardim das Oliveiras e Sinédrio, arrependido, desfez-se das moedas e suicidou-se.
VI PRISÃO DE JESUS:
O Divino Mestre foi preso e depois de julgado pelo Sinédrio, levado à presença de Pôncio Pilatos. Este, avisado por sua mulher em sonhos que tivera de que tratava-se de um homem justo, não desejava condená-lo. Ao interrogá-lo, convenceu-se de que era assunto religioso interno da província, ao qual não tinha interesse em imiscuir-se.
Como era costume romano nessas ocasiões, propôs uma consulta ao povo. Entre Barrabás, revolucionário preso e Jesus, o povo preferiu o primeiro. Em conseqüência, Pôncio Pilatos lavou as mãos e o entregou aos soldados.
VII SUPLÍCIO E CALVÁRIO:
.1 Ultrajes e Trajeto:
Entregue aos soldados romanos, estes, irônica e sadicamente, o “coroaram” com espinhos e passaram a chicoteá-lo, tendo na ponta dos instrumentos – chumbo... Entregaram-lhe para carregar um “T” de madeira. Pelo fato de Pôncio Pilatos ter ordenado colocar sobre ele uma tabuinha com a sigla INRI (Iesus Nazarenus Rex Iudex), ficou parecendo uma cruz. Durante o trajeto, xingado, chicoteado e vilipendiado, foi espiritualmente guiado e assistido por Elias. Este foi designado por Deus, para ser um Anjo da Guarda durante aquele período, ajudando-o a suportar heroicamente todos os sofrimentos. Jesus, ao chegar ao Golgotá, era uma pasta, verdadeira mistura de sangue, suor e pó.
.2 Na Cruz:
No Monte do Gólgota – conhecido como das caveiras – confirmando a Sua anterior visão em Engad, foi tessificado entre dois ladrões. Para tentarem abreviar-lhe os sofrimentos, como era de hábito naquelas ocasiões, as mulheres piedosas de Jerusalém ofereceram-lhe uma beberagem. Não aceitou. Após muito padecer e ter ouvido vários impropérios desafiadores, às 15:00 horas, o céu escureceu, surgiram relâmpagos e trovoadas e, tendo Elias desaparecido de suas visões, disse: “Eli, Eli, lama sabactani? (Elias, Elias, por quê me abandonaste?)”. A seguir, antes de expirar, disse: “Pai, tudo está consumado, em vossas mãos entrego o meu Espírito.”
VIII NA SEPULTURA:
José de Arimatéia, que O admirava, pediu permissão para enterrar o Seu corpo em sepultura de sua propriedade. Era costume da época, nesses casos de pena infamante, seguir-se a pena de privação de sepultura. Daí o local ser conhecido como o Monte das Caveiras. A aplicação dessa pena, tornava os cadáveres insepultos. Para evitá-la, foi envolvido em um lençol – como é hábito entre os judeus – e levado ao túmulo em cemitério próximo (Guetsêmani). Esse lençol, hoje em dia é discutido e posto em dúvida, como sendo o famoso “Santo Sudário” de Turim – exposto em museu na região Piemontesa, no norte da Itália. A esse respeito, já está provado cientificamente, através da datação pelo “carbono 14”, que aquele que lá está é do século XIII ou XIV. Não é o original. Apesar disso, continua sendo explorado como tal, para fins turísticos...
IX NA SEPULTURA ( Marcos 8,11 e Lucas 11,24):
Lá ficou por três dias, conforme a profecia conhecida como Sinal de Jonas; “Assim como o profeta Jonas, esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim também o Filho do Homem, ficará três dias e três noites no seio da Terra.” No caso em tela, trata-se naturalmente de uma alegoria. Sabe-se que foi necessário que assim ocorresse, porque sofrera muito durante o suplício e, nesses casos, é necessário que o espírito descanse um pouco no corpo, antes dele separar-se.
X DESENCARNAÇÃO:
Como é sediço, ressurreição é sinônimo de desencarnação. No terceiro dia, seu túmulo ficou vazio. O corpo havia sido desmaterializado pelos espíritos socorristas. Ressurge, aparecendo em espírito, inicialmente às videntes Maria Madalena e Sua Mãe Maria. Durante onze anos e meio, apareceu sempre aos seus discípulos, orientando-os no trabalho apostolar.
Tudo conforme profetizou anteriormente: “Vou mas volto logo. Não vos deixareis órfãos.”
XI CRISTO PLANETÁRIO:
Na época era Diretor Planetário, conforme o ensinamento bíblico: “E Ele veio para o que era Seu, mas os seus não o reconheceram”. Com o desencarne, continuou naquela Direção.
XII COMO SE ENCONTRA HOJE:
A seguir, foi guindado ao posto de Diretor do Sistema Planetário.
Pelas informações que temos presentemente, como Espírito Deificante, encontra-se muito próximo da total e plena infusão no Princípio Sagrado.
Ainda não é um Deificado. Não é “totalmente” Deus em Deus.
Conforme as previsões, temos notícia que deverá retornar à carne, em condições bem mais favoráveis, já no Novo Céu e Nova Terra.
Por elas, voltará a ser filho novamente da Maria e tendo como pai Lucas. Tal fato deverá ocorrer “provavelmente” no Brasil.
Será a sua Sexta encarnação neste Planeta. Uma delas, historicamente conhecida é a de Melquisedec, rei de Salém.
XIII ÔMEGA:
Com a sua futura volta ao Princípio Sagrado, estará fechado o ciclo do Alfa ao Ômega, como espírito totalmente Deificado, sem deixar de ser Seu Filho.
ANEXO I
PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE ESPIRITISMO E DIVINISMO
1 ESPIRITISMO : Na história da Doutrina do Caminho do Senhor, é uma simples etapa. “Início” da Restauração.
DIVINISMO : Corresponde ao “Término” da Restauração. Tem poucos seguidores, considerados “VANGUARDEIROS”.
2 ESPIRITISMO : Tem sido entendido como a 3 ª Revelação (1 a com MOISÉS, 2 a com JESUS – Pentecoste e 3 a com KARDEC).
DIVINISMO : A Revelação de milhares de anos para cá tem sido contínua, cultivada velada ou ostensivamente. Houve, durante o percurso, “truncações”. O espiritismo foi a 3 a tentativa de generalização da Revelação.
3 ESPIRITISMO : Realiza mais sessões de fenômenos “tangentes”, através de faculdades mediúnicas passivas. Enfatiza as sessões de “desobssessão”.
DIVINISMO : Os “ tangentes ” deverão aos poucos serem substituídos por fenômenos “ inteligentes ”, através de faculdades mediúnicas “ ativas ”, principalmente a vidência , considerada a mais sublime de todas.
4 ESPIRITISMO : Preocupa-se muito em “provar” a imortalidade e a comunicabilidade dos espíritos, e também a reencarnação.
DIVINISMO : Procura canalizar os esforços ao conhecimento da Doutrina Pura, através da Inteligência. Prega o binômio: CONHECIMENTO E COMPORTAMENTO.
5 ESPIRITISMO : A vidência tem sido utilizada de forma “limitada”, com restrições.Está truncando muitos médiuns.
DIVINISMO : Não há limites . Depende muito do desenvolvimento mediúnico dos médiuns e da “ambiência” espiritual criada nas sessões.
6 ESPIRITISMO : Tem admitido a Codificação Kardecista como “Dogma”.
DIVINISMO : Considera-a obra incompleta, com falhas e omissa em muitas questões.
7 ESPIRITISMO : Não sabe quem é Kardec e desconhece suas encarnações passadas. Ainda é um mistério...Está procurando...
DIVINISMO : Sabe quem ELE é, e conhece o seu Histórico Reencarnacionista.
8 ESPIRITSMO : Espírito Santo é considerado símbolo dos bons espíritos.
DIVINISMO : Representa o conjunto de dons mediúnicos. É o veículo da comunicabilidade dos espíritos.
9 I – O Livro dos Espíritos: 1857
1. Anjos:
ESPIRITISMO: São considerados Espíritos Puros, em razão da proximidade com Deus.
DIVINISMO: São espíritos que trazem mensagens divinas. Ex.: Anjo Gabriel, na Bíblia. Pertencem ao Escalão denominado Mensageria Divina.
2. Espaço dos desencarnados:
ESPIRITISMO: Os espíritos não encarnados ou errantes, não acupam uma região determinada e localizada. Estão por todos os lugares no espaço.
DIVINISMO: Ao contrário. Funciona a Lei de Equidade Vibracional. Através dela, cada qual tem seu lugar no Plano Astral.
3. Finalidade da Existência:
ESPIRITISMO: É evoluir para atingir a Perfeição.
DIVINISMO: É a Deificação Plena.
4. Demografia Planetária:
ESPIRITISMO: Kardec afirma que não sabe o número de espíritos no Plano Astral.
DIVINISMO: A lotação planetária é constituída por 72 bilhões de espíritos. Encarnados, pouco mais de 6 bilhões. Assim, restam pouco menos de 66 bilhões no Plano Astral.
II – O que éEspiritismo: 1859
1. Finalidade das Manifestações Espirituais:
ESPIRITISMO: É convencer os incrédulos de que para o encarnado nem tudo acaba com a vida terrena, bem como dar aos crentes idéias mais exatas sobre a vida futura.
DIVINISMO: Ilustrar, advertir, consolar e proporcionar Avisos, Ensinos e Graças.
2. Sede da Alma:
ESPIRITISMO: Kardec afirma que ela não se encontra numa parte especial do corpo.
DIVINISMO: Osvaldo Polidoro sempre ensinou que ela se localiza na Pineal.
3. Qual a origem da Alma?:
ESPIRITSMO: As almas são criadas simples e ignorantes.
DIVINISMO: Não são criadas, mas sim emanadas.
III – O Livro dos Médiuns: 1861
Para ambos, é o melhor e tecnicamente isento de falhas.
IV- O Evangelho Segundo o Espiritismo: 1864
1. Revelação:
ESPIRITISMO: A considera como a 3 ª Revelação (1 a Moisés; 2 a Jesus)
DIVINISMO: Ela é contínua. Sofreu truncações ao longo da História. Data de época remotíssima.
É a 3 a Tentativa de Generalização das Comunicações Espirituais, até então, realizadas ocultamente nos Cenáculos Esotéricos (fechados).
2. Categoria dos Mundos Habitados:
ESPIRITISMO: Primitivos, Expiações e Provas, Regeneradores, Felizes e Celestiais. Não faz referência ao Apocalipse. Há um conhecido líder espírita que afirma estarmos vivendo no tempo de Expiações e Provas e que, com o advento da Eletrônica, caminhamos para o Regenerador. Dá a entender que a passagem será pacífica. Ignora o Sermão Profético de Jesus (Mat. 24 e 25) e o Apocalipse.
DIVINISMO: Os classifica em : Expiações, Provas, Missões e Celestial (Ex.: Jerusalém Celestial – Apocalipse). Chamado de 8° Céu ou Intermundos – correspondente aos espíritos cristificados. A passagem de Expiação para o de Provas, dar-se-á através das previsões contidas no Apocalipse.
3. Três Virtudes: Fé, Esperança e Caridade:
ESPIRITISMO: Kardec fala em fé conscientizada e Caridade.
DIVINISMO: Nos tempos atuais, não mais elas, mas sim Conhecimento, Certeza e Bondade.
4. Pai Nosso:
ESPIRITISMO: Adota o da Bíblia Judeu-Cristã.
DIVINISMO: Houve a deturpação daquele que originalmente Jesus compôs. No Evangelho Eterno (em “Burrices que Jesus não Disse”) analisa os erros e deturpações. Em consequência escreveu vários “Pai Nossos”. Ex.: Pai Nosso da Eternidade, da Maturidade e da Inteligência.
5. Principais Precursores das Idéias Cristãs:
ESPIRITISMO: Sócrates e Platão.
DIVINISMO: Os precursores vêm de muito antes deles. Ex.: Rama, Crisna, Hermes Trimegisto, Orfeu, Pitágoras, etc...
6. Migrações Cósmicas:
ESPIRITISMO: Quando atingem o grau máximo de adiantamento no mundo em que vivem, os espíritos passam para um outro mais avançado, e assim sucessivamente, até que cheguem ao estado de Espíritos Puros.
DIVINISMO: Não é assim. Os espíritos degradados é que devem sair por não merecerem herdar a Casa Cósmica que necessita evoluir para uma Nova Era. Eles é que são expulsos. Ex.: Os Exilados do Orbe da Capela, os Fora Daqui (Apocalipse).
V – O Céu e o Inferno: 1865
Sagrada Finalidade:
ESPIRITISMO: Tem por objetivo atingir o Céu onde reina a Bem-aventurança Dinâmica, só alcançada pelos espíritos que se tornarem Puros.
DIVINISMO: Cristificação e, por fim Deificação Plena.
VI – A Gênese: 1868
1. Migrações Interplanetárias:
ESPIRITISMO: Estaria havendo naquela época uma “emigração” de espíritos, excluídos da Terra por se tornarem um obstáculo ao progresso. Afirma Kardec que irão expiar seu endurecimento – uns nos mundos inferiores e outros em raças terrestres atrasadas – que são equivalentes aos mundos inferiores, onde levarão seus conhecimentos e irão com a missão de as fazer progredir. No “dizer dos Espíritos”, a Terra não deverá ser transformada por um cataclismo que anulará subitamente uma geração. A geração atual desaparecerá gradualmente. Assim, aqueles que esperarem ver a transformação por efeitos sobrenaturais maravilhosos serão decepcionados (vide pág. 358 – Editora Lake).
OBS.: É provável que Divaldo Pereira Franco tenha tirado dessa passagem, sua tese de Mundo Regenerador, para a época de agora...
DIVINISMO: Ocorrerá neste início de milênio, infelizmente, o Apocalipse. Já começou.
2. Tese Roustainguista:
ESPIRITISMO: Há uma parte de Federações Espíritas adotando os Evangelhos de Roustaing, o qual afirma que Jesus teria tido um corpo fluídico (ou etérico) ao invés de físico-carnal. Kardec conclui (pág. 304 – Editora Lake) que ele tinha corpo carnal. Isto é, tinha um corpo material de natureza idêntica a de todos.
DIVINISMO: Combate o Roustanguismo: Jesus tinha um corpo carnal.
VII – Obras Póstumas: 1890
1. Restauração:
ESPIRITISMO: Apenas Início, devendo reencarnar em um novo corpo, em outras condições, para terminar a obra, que não poderia ser concluída naquela encarnação.
DIVINISMO: Término da Restauração no Brasil: Pátria do Evangelho Eterno. Já está concluída com a Instituição do Divinismo.
2. Lei de Deus:
ESPIRITISMO: Adota a Bíblia Judeu-Cristã
DIVINISMO: Afirmou o Kardec reencarnado: “Mexeram na Lei. Vim consertá-la colocando os 10 Mandamentos como originalmente recebidos, quando fui Moisés no Sinai.
3. Acontecimentos do Papado (Páginas 225 / 226 – Editora Lake):
ESPIRITISMO: O espírito comunicante “ch” chama o Papa de representante de Deus na Terra...
DIVINISMO: Considera a Igreja Romana como o Cavalo Preto do Apocalipse...
ANEXO I
I Jamais disse que era DEUS, mas enfaticamente sempre ensinou e afirmou ser tão somente um “Enviado” Dele. Algumas citações bíblicas nesse sentido:
1 “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vai ao PAI senão por Mim”;
2 “Por quê me chamas tu bom, bom só DEUS o É.”
3 “A Doutrina que vos prego não é minha, mas DAQUELE que me enviou.”
4 “Aquele que vos receber a Mim recebe, e quem a Mim recebe, recebe Aquele que me enviou.
5 “Todas as coisas me foram entregues por Meu Pai.”
6 “Ninguém conhece quem é o Filho senão o PAI.”
II Algumas contradições bíblicas (Por manipulações humanas):
1 Sinal de Jonas (Marcos 8,11 e Lucas 11,24):
“O Filho do Homem será entregue às mãos dos homens. Mata-lo-ão, mas ao terceiro dia ressuscitará .”
“Assim como o profeta Jonas, esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim também o Filho do Homem ficará três dias e três noites no seio da Terra.”
Ev. João cap. 16:
“Esta raça perversa e adúltera pede um milagre! Mas não lhe será dado o sinal, se não o de Jonas!”
Em sentido contrário:
Na crucificação, disse a um dos malfeitores: “Ainda hoje , estarás comigo no paraíso...” (Lucas 23,44)
2 “A Casa do Pai tem muitas moradas.”
Ao expulsar os vendilhões do Templo:
“Pai o zelo de vossa casa me consome!”
(Talvez tenha dito, vossa causa...)
3 A ressurreição foi em Espírito .
“Logo após, comeu peixe entre os apóstolos...”
4 Jesus sobre João Batista afirmou:
“É Ele, o mesmo Elias que haveria de vir.”
Perguntaram ao João Batista: “és tu Elias?” Respondeu: “Não sou...”
5 Lucas – cap. 14:
“Se alguém vem a Mim e não ‘odeia' seu pai, sua mãe, sua mulher... até sua própria vida, não pode ser meu discípulo.”
Crítica: e o 5° Mandamento do Decálogo? Ele não veio viver a Lei?
Estaria nesse caso derrogando-a?
6 Lucas – cap. 19:
“Quanto aos que me odeiam e não me querem por rei, massacrai-os (??) na minha presença.”
Sem comentários...
Apenas mencionamos algumas, mas há, infelizmente, inúmeras outras.
ANEXO II
ALGUMAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES (Extraídas dos Grandes Iniciados – E. Schuré):
1 Essênio: Terapeuta
2 Nazireu: Consagrado ao Senhor
3 Centros Essênios: Engad e Méris
4 Temásforos: Coordenadores dos Centros Iniciáticos
5 Iehoua beni Yussef: Jesus
6 A beleza do espírito é superior a da carne
7 Como neófito e embora soubessem ser Ele o maior dos Iniciados – naquele Templo – disseram-lhe que teria que passar pelas mesmas provas e galgar os mesmos caminhos que os demais.
8 Os homens que vivem do espírito, tem uma coroa luminosa própria.
9 No final da iniciação: havia o hábito da passagem de um cálice. Esse cálice, remontava a época de Melquisedec.
10 Os Essênios, didaticamente usavam parábolas para instruir.
11 Dia chegará em que um de nós falará em público, será perseguido e ultrajado. Será crucificado (e ocorrerá) uma abertura para a Vida Eterna.
12 Vou ser batizado (em espírito) pelo mestre que saiu 6 meses antes.
13 Sobre os dois Joãos:
Um será o arauto da Revelação (João Evangelista).
O outro será o maior , que gravará a VERDADE, pelos séculos afora.
14 Despediu-se dos “Essênios” para iniciar a vida pública (por 7 anos).
15 Atingiu o 7° grau de Supremo Chefe. Podia usar o manto e o cajado (de 7 nós).
16 Com Jesus e João Batista – a Palestina tornou-se o Centro de Irradiação da Sagrada Doutrina. Era (na época) o Centro Geográfico do Mundo (conhecido).
NOTA:
. O Grande Mestre de Doutrina foi João Batista, responsável pela parte intelecto-moral do Planeta.
. Jesus: veio servir de “Divino Modelo para ser imitado e igualado por evolução, e realizar a 2 a tentativa de Generalização das Comunicações Espirituais, através do Pentecoste”.
ANEXO III
. Orações relativas a Jesus:
1. Oração a Jesus Cristo (Evangelho Eterno – págs. 240 / 241);
2. Suprema Traição (Orações e Poesias Divinas – volume I – pág. 63);
3. A Dupla Lição (Orações e Poesias Divinas – volume I – pág. 81)
. Outras Informações:
1. Na época de Jesus, não havia a palavra Evangelho, e sim, a Doutrina do Pai, ou a Vinha do Senhor;
2. João Batista desencarnou um ano e meio “antes” de Jesus. Foi decapitado através de uma Cimitarra (tipo de espada árabe);
3. Via Crucis: foi realizada à Rua Direita. Saiu juntamente com os dois ladrões às 09:00 hs da Pretoria, e chegou ao Gólgota ao meio-dia.
(Extraídos de “Mensagem de Jesus” – folheto de O. Polidoro)
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